Neste artigo, o médico neurologista explora as opções de remédios para enxaqueca, destacando seus benefícios e limitações. Os analgésicos comuns, triptanos, ergotaminas, anticonvulsivantes e bloqueadores de CGRPs são discutidos, juntamente com a importância da escolha individualizada de tratamento com base no histórico médico do paciente. O texto também enfatiza a necessidade de considerar terapias não medicamentosas e um estilo de vida saudável como complemento ao tratamento. Ao final, o médico reforça seu compromisso em oferecer cuidados personalizados e incentiva a busca por especialistas para melhorar a qualidade de vida de quem enfrenta essa condição neurológica desafiadora.
