Dr. Jonas BernardesNeurologista Agendar consulta

Biblioteca do consultório

Artigos de neurologia

Conteúdo que explica o mecanismo por trás dos sintomas — a porta de entrada de quem chega até aqui pela busca. Escrito para ser lido com calma e voltar quando precisar.

Livro de referência encadernado, aberto sobre mesa clara, ao lado de um tablet com interface sem texto legível; duas mãos de suéter verde-escuro tocam os dois, comparando papel e ferramenta digital

CID-10 e CID-11: seis diferenças de estrutura

A CID-11 não é a CID-10 com números trocados. Seis diferenças de estrutura explicam o formato do código, a hierarquia e o jeito de codificar.

Mesa de escritório vazia ao fim do dia, com cadeira afastada, laptop aberto, caneca de café com marca seca ao lado e caderno verde fechado; ao fundo, janelas amplas e mesas desocupadas burnout

Burnout na CID-11: o QD85 não é código de doença

O burnout entrou na CID-11 como QD85, Esgotamento, fora dos capítulos de doença. A definição oficial, a trava do trabalho e as quatro exclusões.

Mãos adultas folheando páginas impressas de um relatório sobre mesa de madeira clara, junto de uma caneca verde-escura, óculos de leitura e lápis de cor; o texto das folhas não é legível Autismo

Autismo na CID-11: o código 6A02 e o que muda

O autismo na CID-11 tem código 6A02, e o espectro passou a ser uma categoria única. O que isso significa e por que seu laudo ainda não traz esse código.

Mãos retirando uma ficha de papel de uma gaveta de fichário de madeira e levando-a para outra seção, separada por divisórias verdes; as fichas não têm texto legível TDAH

TDAH na CID-11: por que o 6A05 mudou de grupo

Na CID-11 o TDAH é 6A05 e mudou de grupo, dos transtornos hipercinéticos para os do neurodesenvolvimento. O que essa troca de vizinhança diz.

Mãos de suéter verde-escuro sobre mesa de madeira clara, segurando um formulário médico impresso e uma caneta na linha em branco do código do diagnóstico; ao lado, pasta verde e xícara, e ao fundo um calendário

CID-11: o que muda e quando passa a valer no Brasil

A CID-11 não é a CID-10 com códigos novos, é outra arquitetura. E no Brasil ela ainda não está em uso: a previsão oficial é janeiro de 2027.

Dois comprimidos brancos redondos sobre uma superfície verde-escura, com uma ampola de vidro deitada e um frasco pequeno sem rótulo desfocados logo atrás

Dipirona para dor de cabeça: o que a evidência mostra

Quase toda a evidência da dipirona na crise de enxaqueca foi produzida com o remédio na veia, no pronto-socorro. Veja o que isso muda para o comprimido tomado em casa.

Cartela de comprimidos brancos parcialmente usada sobre um pano verde-escuro, na beira de uma mesa de cabeceira de madeira, ao lado de um copo de água pela metade e de uma cama ao fundo

Ibuprofeno para dor de cabeça: o efeito muda com o tipo de dor

Ibuprofeno 400 mg tem NNT 7 na enxaqueca e NNT 14 na cefaleia tensional, sem diferença significativa do placebo na primeira hora. O que isso muda na prática.

Bula de papel dobrada e aberta sobre uma superfície clara, com o texto impresso fora de foco e ilegível, e um comprimido branco redondo apoiado sobre a borda do papel

Nimesulida para dor de cabeça: o que se sabe do risco e do benefício

A eficácia da nimesulida em cefaleia se apoia num ensaio de 1993 com 30 participantes. O risco hepático tem meta-análise, caso-controle e séries de casos. Entenda a assimetria.

Mãos de uma pessoa idosa e de uma mais jovem apoiadas na mesma mesa de madeira, rostos fora do quadro; entre elas, um pote branco sem rótulo, copo de água, porta-comprimidos semanal, óculos e um bilhete.

Creatina e Alzheimer: um piloto de 20 pessoas, sem grupo controle

Não há ensaio randomizado publicado. O que existe é um piloto de braço único com 20 participantes, em que a creatina cerebral subiu 11%. O ensaio randomizado registrado é brasileiro e ainda não deu resultado.

Pessoa de suéter cinza sentada na beira de uma cama desfeita, rosto fora do quadro e mãos nos joelhos; à frente, sobre a mesa de cabeceira, um pote branco sem rótulo aberto, uma cartela de comprimidos e um copo de água.

Creatina e depressão: efeito modesto como apoio ao tratamento

A maior meta-análise reuniu 11 ensaios e chegou a 2,2 pontos na escala de Hamilton, abaixo do limiar de relevância clínica. E sempre somada ao tratamento, nunca no lugar dele.

Pessoa sentada na beira de um banco de madeira em sala clara, enquadrada da clavícula para baixo, com as mãos apoiadas; ao lado no chão, um halter parado, e à frente uma mesinha com pote branco sem rótulo e copo de água.

Creatina e fibromialgia: melhora a força, e não muda a dor

A fosforilcreatina muscular subiu 80,3% e a força melhorou em três testes, num ensaio duplo-cego de 16 semanas. Dor, sono e qualidade de vida seguiram iguais.

Mesa de cozinha vista de lado, duas pessoas sem rosto no quadro: mãos de criança sobre um caderno com o lápis largado, e mãos de adulto do outro lado; entre elas, pote branco sem rótulo e copo de água.

Creatina e TDAH: existe mecanismo, não existe ensaio nenhum

Nenhum estudo testou suplementar creatina no TDAH. E o achado de imagem mais citado aponta para o oposto, com creatina mais alta antes do tratamento e queda depois do estimulante.

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