Dr. Jonas BernardesNeurologista Agendar consulta

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Artigos de neurologia

Conteúdo que explica o mecanismo por trás dos sintomas — a porta de entrada de quem chega até aqui pela busca. Escrito para ser lido com calma e voltar quando precisar.

Vista de cima de quatro embalagens sem rótulo lado a lado numa superfície clara: duas caixas brancas de papelão, um sachê de pó e uma cartela com dez comprimidos brancos, com um pano verde-escuro na borda

Paracetamol para dor de cabeça: o que a dose de 500 mg mostrou

Nos estudos de cefaleia tensional, a dose de 500 a 650 mg não superou o placebo. O benefício demonstrado pertence à dose de 1000 mg, e é pequeno. O risco do fígado mora em outro lugar.

Três comprimidos brancos de formatos ligeiramente diferentes alinhados lado a lado sobre superfície cinza clara, igualmente espaçados e igualmente iluminados, com faixa verde-escura na borda inferior

Qual o melhor remédio para dor de cabeça: não há vencedor

Paracetamol, ibuprofeno e cetoprofeno empatam nos estudos, com intervalos de confiança sobrepostos. A tabela lado a lado e o que decide a escolha na prática.

Livro de referência encadernado, aberto sobre mesa clara, ao lado de um tablet com interface sem texto legível; duas mãos de suéter verde-escuro tocam os dois, comparando papel e ferramenta digital

CID-10 e CID-11: seis diferenças de estrutura

A CID-11 não é a CID-10 com números trocados. Seis diferenças de estrutura explicam o formato do código, a hierarquia e o jeito de codificar.

Mãos adultas folheando páginas impressas de um relatório sobre mesa de madeira clara, junto de uma caneca verde-escura, óculos de leitura e lápis de cor; o texto das folhas não é legível Autismo

Autismo na CID-11: o código 6A02 e o que muda

O autismo na CID-11 tem código 6A02, e o espectro passou a ser uma categoria única. O que isso significa e por que seu laudo ainda não traz esse código.

Mesa de escritório vazia ao fim do dia, com cadeira afastada, laptop aberto, caneca de café com marca seca ao lado e caderno verde fechado; ao fundo, janelas amplas e mesas desocupadas burnout

Burnout na CID-11: o QD85 não é código de doença

O burnout entrou na CID-11 como QD85, Esgotamento, fora dos capítulos de doença. A definição oficial, a trava do trabalho e as quatro exclusões.

Mãos de suéter verde-escuro sobre mesa de madeira clara, segurando um formulário médico impresso e uma caneta na linha em branco do código do diagnóstico; ao lado, pasta verde e xícara, e ao fundo um calendário

CID-11: o que muda e quando passa a valer no Brasil

A CID-11 não é a CID-10 com códigos novos, é outra arquitetura. E no Brasil ela ainda não está em uso: a previsão oficial é janeiro de 2027.

Mãos retirando uma ficha de papel de uma gaveta de fichário de madeira e levando-a para outra seção, separada por divisórias verdes; as fichas não têm texto legível TDAH

TDAH na CID-11: por que o 6A05 mudou de grupo

Na CID-11 o TDAH é 6A05 e mudou de grupo, dos transtornos hipercinéticos para os do neurodesenvolvimento. O que essa troca de vizinhança diz.

Dois comprimidos brancos redondos sobre uma superfície verde-escura, com uma ampola de vidro deitada e um frasco pequeno sem rótulo desfocados logo atrás

Dipirona para dor de cabeça: o que a evidência mostra

Quase toda a evidência da dipirona na crise de enxaqueca foi produzida com o remédio na veia, no pronto-socorro. Veja o que isso muda para o comprimido tomado em casa.

Mãos de uma pessoa idosa e de uma mais jovem apoiadas na mesma mesa de madeira, rostos fora do quadro; entre elas, um pote branco sem rótulo, copo de água, porta-comprimidos semanal, óculos e um bilhete.

Creatina e Alzheimer: um piloto de 20 pessoas, sem grupo controle

Não há ensaio randomizado publicado. O que existe é um piloto de braço único com 20 participantes, em que a creatina cerebral subiu 11%. O ensaio randomizado registrado é brasileiro e ainda não deu resultado.

Pessoa de suéter cinza sentada na beira de uma cama desfeita, rosto fora do quadro e mãos nos joelhos; à frente, sobre a mesa de cabeceira, um pote branco sem rótulo aberto, uma cartela de comprimidos e um copo de água.

Creatina e depressão: efeito modesto como apoio ao tratamento

A maior meta-análise reuniu 11 ensaios e chegou a 2,2 pontos na escala de Hamilton, abaixo do limiar de relevância clínica. E sempre somada ao tratamento, nunca no lugar dele.

Pessoa sentada na beira de um banco de madeira em sala clara, enquadrada da clavícula para baixo, com as mãos apoiadas; ao lado no chão, um halter parado, e à frente uma mesinha com pote branco sem rótulo e copo de água.

Creatina e fibromialgia: melhora a força, e não muda a dor

A fosforilcreatina muscular subiu 80,3% e a força melhorou em três testes, num ensaio duplo-cego de 16 semanas. Dor, sono e qualidade de vida seguiram iguais.

Pessoa recostada num sofá verde em sala de luz baixa, de costas e com o rosto fora do quadro, a mão apoiada na nuca; na mesa à frente, vários potes de suplemento sem rótulo, óculos e dois copos de água.

Creatina e traumatismo craniano: a evidência é menor do que parece

Em criança, tudo se apoia num ensaio aberto de 39 participantes que foi publicado mais de uma vez. Em concussão de adulto, nada publicado ainda. E em AVC o ensaio duplo-cego foi negativo.

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